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Textos

Ah, mães… tão complicadas

Theme novo com o meu bebê s2

Perguntas do Ask-me respondidas.

As encomendas vão atrasar BASTANTE. Desculpem o inconveniente.

Às vezes queremos nossas mães mortas, às vezes odiamos nossas mães, às vezes nós prometemos nunca mais falar com elas, às vezes nós ficamos bravas porque elas simplesmente não deixam a gente sair para aquela festa, às vezes ficamos chateadas porque elas não aceitam o nosso rolo com aquele garoto, às vezes ficamos irritadas porque as broncas delas parecem nunca ter um fim, às vezes ficamos estressadas porque elas, num momento de raiva, nos deixam de castigo e tiram tudo da gente. No alto da raiva, no limite máximo, quando o termônetro está quase estourando, você não consegue pensar que todo aquele stress é para o seu próprio bem.

As mães vomitaram muito, sofreram muito, engordaram, perderam tempo, dinheiro, em nossos nomes. Elas nos aguentaram 9 longos meses em seus ventres, nos deram todo o amor, todo o carinho, tudo o que era necessário. Nos levaram à médicos, trocaram nossas fraudas, nos deram uma boa educação e nos ensinaram os bons costumes de uma família. E eu acho que dessa forma, nós podemos dar todo o dinheiro do mundo, todos os presentes do mundo, todas as jóias ou fazer todas as vontades delas. Mas nós nunca vamos pagar cada metade do esforço, cada metade da dedicação que elas nos deram. Ela vai estar lá, deitada, como um anjo em seu caixão, com um sorriso sossegado, e nunca vamos ter conseguido retribuir tudo o que ela nos deu. Nunca vamos conseguir retribuir nem metade de tudo. Então, dê valor enquanto é tempo, porque como diz a minha querida mãe: só damos valor às coisas quando perdemos elas.

Você pode pensar: eu tenho uma amiga que é muito mais legal que a minha mãe. Essa sua “amiguinha” é legal para você nos momentos de festa, ela não vai te impedir de nada nem te assegurar de nada. Ela não te deu carinho, afeto, não correu contigo para o hospital quando você estava quase estourando o termômetro de tão quente de febre, não te ajudou à ler e escrever, e a fazer as contas de adição mais singelas… a sua amiga não tem a mesma experiência de vida e conselhos maduros. Quando você estiver sem rumo, não tiver aonde cair morta… será que a sua “amiguinha” vai te acolher na sua casa? Será? A sua mãe irá, com certeza, sua mãe quer o seu bem… sempre. Por isso, lembre-se: Não confunda as suas melhores amigas, por mais que sejam incríveis (como as minhas Marcela, Carolina, @JBSecret e como a minha irmã Gaby [a maiorial, haha]) com a sua mãe. Elas exercem papéis diferentes na sua vida, atuam de forma diferente, e comparar sua mãe com suas melhores amigas é como comparar o céu com a terra. Ame ambas, sempre. Só não compare.

E no Dia Das Mães, não seja boazinha e amável com a sua mãe só naquele dia. Seja amável com ela todos os dias, porque todos os dias é Dia das Mães, assim como para elas, todos os dias é Dia das Crianças, e você sempre será para ela aquele bebê que merece todos os cuidados possíveis.

O que é a sua mãe para você?

Beijonas e… mãe: eu te amo.

Camilla e sua mãe Luciana brigam, xingam, mas estão sempre unidas, porque se amam muito, muito mesmo!

Diário

As férias também cansam

Edit 15/05: Olá amigues, enfim, obrigada pelos comentários. Sorry por eu ainda não ter postado, queria acumular comentários. Estarei postando dia 16 à tarde. Beijonas!

Você chega na escola, atrasada, toca o sinal, você sobe toda esbafurida para o andar da sua sala de aula, correndo pela escadaria como se estivesse correndo atrás do seu ídolo. Você chega na classe, olha para o professor, calado, quieto, bravo por você interromper a explicação (muito importante para ele, inútil para você e os outros alunos, que querem que ele morra). Você tira os fones do ouvido, afinal, você estava ouvindo uma boa música para descontrair e se desestressar do povo alheio. Você senta na sua confortável ou então dura carteira de madeira, abre delicadamente o caderno, olha para a lousa, lotada de explicações e fórmulas desenhadas à giz. Você tem o prazer de escrever no caderno, porque na capa, estão seus ídolos, ou aqueles lindos desenhos que você adora. Você escreve tudo naquele garranchês tremendo, apenas para ter tempo para conversar com seus amigos e dar boas risadas. Quando não tem nada para fazer, fica paquerando seu caderno, ou pega aquela cartinha de amor que recebeu e fica admirando. Toca o sinal, hora do recreio. Você já estava morrendo de fome, cansada de tanto escrever e quase tendo uma tendinite. Você chega no pátio, compra ou desembrulha seu lanche e come com gosto, você lutou para estar lá. Escreveu textos, teve que aguentar as piadas toscas dos colegas e o mau-humor do seu professor. Aproveita mais um pouco para conversar com as amigas e retocar a maquiagem. Toca o sinal. Aula. Agora, você descansou um pouco… e continua o mesmo processo: cadernos, lápis, borrachas, broncas, risos, vistos, livros, lições, lições e lições. São aproximadamente 5 ou 6 horas, que parecem até um dia, um mês, um ano. Toca o sinal. O coro de aleluia. Todos saem da sala e vão para suas devidas casas… lar doce lar. Sobrevivi, mais uma vez!

A nossa rotina de estudante é sempre a mesma. Mas todo dia tem sempre uma coisa nova, um assunto novo, um colega novo… e o mais legal das aulas é o começo do ano! Tudo se modifica: série, matérias, aprendizagem, amigos, professores… muitas coisas velhas ficam, mas algumas são adicionadas, ou retiradas, para novas coisas virem junto. Essa rotina, ao longo do tempo, começa a ficar cansativa… chega no final do ano, você está exausta e quer que todos morram, só quer suas férias, seus direitos. Não aguenta mais seus amigos, seus professores, aquelas provas e lições irritantes… sua carteira parece uma poutrona rumo ao inferno, e parece que você nunca mais vai sair de lá, e muitas vezes, prefere uma cadeira elétrica.

Chegam as bentidas férias. No começo é tudo muito lindo, maravilhoso… você conversa com os amigos, fica o dia todo no computador, sai, passeia… enfim, faz tudo, menos estudar. Mas tudo cansa. As férias também. Vai chegando o meio de janeiro, você já não aguenta mais aquela vida monótona, sem compromissos, dormir 12 horas por dia, acordar tarde, comer o dia todo, ficar o dia todo no computador… você se cansa de tudo. E é aí que você sente falta do professor chato, do professor legal, da professora conselheira, daquele desgraçado daquele professor que tomou a sua revista e que é meio sem-graça. Saudades dos seus colegas, das suas brigas com as amigas, das pessoas zoando seu estilo ou seu gosto musical, te chamando de nerd porque é uma pessoa estudiosa… saudades daquela sua inimiga poser que você tem vontade de esquartejar. Algumas coisas que são até chatas e idiotas, você sente saudades. As férias são legais, as férias são divertidas, as aulas também… mas ambas cansam.

Chega o começo do ano, você já fica doida! Quer comprar seus materiais, lavar seus tênis, ler seus livros deste ano, mudar o visual, quer ir no bazar ver se os seus cadernos dos seus ídolos (no meu caso, os Jonas Brothers, a Tisdale e a GaGa, haha) já chegaram… você fica ansiosa, para uma coisa que dali à 3 meses já não vai aguentar mais. Eu queria muito que esse pique da volta às aulas não tivesse uma data de vencimento, fosse algo mais duradouro.

Enfim… e como vão suas férias? Ansioso para a volta às aulas?

Beijonas :er:

Camilla escreveu essa postagem se baseando em sua vida escolar. E ela mal pode esperar para voltarem as aulas com seus cadernos da Ashley Tisdale, Lady GaGa e dos Jonas Brothers!

Reflexões Textos

Temos que apertar o botão “mudar”

Editando: Já estão disponíveis algumas composições minhas aqui no blog! Para lê-las, clique em Read no portal de entrada do Sugar Dance (o que tem a GaGa, a Tisdale e o Joseph) e depois em “Composições”. Dê sua opinião sobre elas :er:

Um aviso: As encomendas vão atrasar. Me desculpem o inconveniente, mas eu ando muito ocupada com os projetos do meu fã-clube da Ashley Tisdale. Eu já coloquei o status das encomendas como fechado. Farei as encomendas dentro desta semana.

Comprei 6 CD’s no shopping. Tirarei fotos breve.

As pessoas mudam. As coisas mudam. Os fatos mudam. As tendências mudam. Os acordes mudam. Os sabores mudam. Os gostos mudam. Os caminhos mudam. As personalidades mudam. As características mudam. Tudo muda. E temos que estar preparados para cada tipo de mudança… porque ela pode vir de você, dele, dela, deles, de nós. Nós somos obrigados a aceitar as mudanças quietos, calados, sem poder argumentar os prós e contras. Não há escudo ou defesa contra elas. Elas chegam chegando mesmo.

Você pode mudar por causa de vários aspectos ou influências, mas as principais coisas que mudam são: por causa de você, ou por causa de quem vive com você. Você pode muito bem mudar porque quer ou por causa da influência de outras pessoas na sua vida. Sabe aquela banda que você detesta, só que a sua amiga não para um minuto de falar dela? Aí você começa a se interessar pela banda, baixa umas músicas, ouve e acaba curtindo o som! Se você não sabe mudar por conta própria, as pessoas te ensinam tal façanha que parece tão delicada mas ao mesmo tempo rebelde e perceptível.

Não tenha medo de mudar. Medo é para as pessoas fracas. Não tenha medo de mudar porque quer, porque deixando de mudar, você deixará de ser feliz. É como um romance a la Romeu e Julieta: um não vive sem o outro. A mudança não vive sem a felicidade, e vice-versa. Não deixe de mudar por causa dos outros. Se o seu estilo, gosto, penteado, acessório, material escolar… enfim, o que for, agradar você, está ótimo! Afinal, é você que vai usar, ouvir, vestir… não eles, que estão à sua volta. Claro. Falar é fácil. Mas agir pode ser meio vergonhoso por ser diferente e novo para eles. Mas o que é que tem? Não há coisa mais vergonhosa do que pessoas contestando sua vida, isso sim! Não ligar para o que as pessoas pensam é fundamental. Mude porque quer, faça o que quer, escolha o que quer, e não o que mandam. Deixe aquela pessoa que critica suas mudanças sozinha, sem argumentos, calada, quieta, depressiva. Ela não paga suas contas, ela não compra suas roupas, seus CD’s ou qualquer coisa que lhe convém. Aperte o botão ao seu lado esquerdo, o “dane-se” e siga enfrente.

As mudanças vem, as mudanças vão. Hoje você é o que talvez à cinco anos atrás você não pensava em ser. Amanhã nunca será como hoje, e talvez, amanhã, você terá sonhos, perspectivas, metas, caminhos diferentes dos que você tem hoje e dos que você teve ontem. Na realidade, mudar é sinônimo de evoluir, mas também pode ser sinônimo de desastre, queda total. Escolha bem suas mudanças… elas definem quem você é e porque você está aqui, habitando este planeta tão louco e confuso, sem direção alguma.

Mude! O mundo muda, as coisas mudam, as pessoas mudam, os textos mudam… os tempos são outros. Os tempos mudam, ontem a febre era uma temperatura, hoje é outra… as coisas mudam. Se você quebrar seu coração, o mundo não vai parar para você consertar, se você cair, o mundo não vai parar para você se levantar… siga em frente porque o mundo não para, o tempo não para, porque o mundo e os tempos evoluem: eles mudam. Se tudo muda, porque você também não pode?

Mudar não tem hora. Quem você odeia hoje, você pode amar amanhã. Não precisa de tempo para mudar, apenas de tempo para provar que você mudou e não é mais a pessoa de antes, ou que tem os mesmos costumes e atividades de antes.

Não julgue as pessoas pelas mudanças que elas fazem. Hoje você julga, amanhã você é julgado. E ser julgado não é as sete maravilhas do mundo e muito menos confortável como um doce travesseiro.

Para você, o que é mudar? Já mudou em algum sentido? Gosto musical, estilo, aparência?

Beijonas :shonei:

Entre as milhares mudanças e idas e vindas de Camilla, uma delas e a mais recente foi começar a gostar de quem odiava: Justin Bieber e Selena Gomez.