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Tornando seus freelas e homeoffice mais produtivos

Bom dia pessoal, tudo bem?

Ontem foi dia de INFORMAÇÃO, como diria o pessoal do Choque de Cultura! Tive a honra de participar do DevDay.RS, um dos maiores eventos para desenvolvedores daqui do solinho gaúcho. :) A minha palestra falou sobre o título que tá aí no post.

Foi uma experiência incrível e venho aqui compartilhar o material da palestra: aqui temos os slides (clique).

E sobre algumas dúvidas que surgiram na plateia, venho informar:

  • Quais são os meios mais bacanas para fazer comunicação homeoffice? Ferramentas?

Minha dica são ferramentas como o Hangouts, Zoom ou Appear. O Appear é direeeto no navegador e nem precisei de conta no dia que usei (entrei no link da pessoa). Com o Zoom você faz vídeoconferências para várias pessoas, sem cair :)

  • Qual preço você estabelece?

Geralmente coloco preço de mercado ou mais se eu sei que manjo do assunto. Se aquilo eu não sei e serve pra aprender e adicionar como habilidade nova no currículo, eu cobro um pouco menos que o mercado. Cobrando sempre por hora ao invés de projeto fechado :)

Então sobre a palestra é isso galera! Lembrando que ultimamente rolaram acontecimentos incríveis como:

E vai rolar:

Obrigada por todo esse lindo apoio e lembrem-se: fomentem a comunidade ;)

Tecnologia

BrazilJS 2017 em Porto Alegre

E a parte do Raryson topper está aqui!!!

AI OLHA EU ALI MT FELIZ SIM

Eaeeeee galera do mal! Demoramos mas estamos na área. Confesso que eu tava um pouco preguiçosa pra escrever o post sobre BrazilJS porque foi TANTO conteúdo, tanta coisa bacana, que eu poderia escrever toda a saga de Game of Thrones com a quantidade de coisas que rolaram no evento. O post vai ser um post colaborativo: eu, com o auxílio do Raryson (mais conhecido como Raryshow™), vamos falar um pouco das palestras, cada um selecionando as que gostou mais (ou as que o Fulano escolheu primeiro sendo que o Ciclano também queria falar, hahahah)

A palestra que abriu o BrazilJS, apesar de ter sido em meio ao caos da abertura do evento (um tempãaaao na fila, atrasos, enfim, coisas que brasileiro tá acostumado e que não fazem o bagulho perder a graça de qualquer forma), foi genial. O André Staltz falou sobre o fim da internet.

“Tá, mas como um evento de Javascript me fala sobre o fim da internet? Autosabotagem?”

Não necessariamente. O André Staltz focou bastante em como as empresas como Facebook e o Google estão simplesmente monopolizando o mercado, e que a ideia é que sites de outras categorias e empresas vão sumindo aos poucos. Exemplo: com cada vez mais facilidades que o Facebook oferece para construção de páginas de lojas e comércios, vão ter cada vez menos pessoas contratando de fato um programador para construir uma landing page ou seja lá o que for pra ele. Outras redes sociais vão ficando inutilizadas e até mesmo no Google vem se reparando que ele agora te dá as respostas do que você procura pra quase tudo, não mais apenas páginas que mostram isso.

Por exemplo, se eu busco a tabela do campeonato brasileiro, o Google já me mostra a tabela. Eu não preciso entrar no GloboEsporte ou no Lance! pra isso.

time mais top sim

A ideia é que o Google expanda cada vez mais isso: outro motivo que vai fazer com que as páginas morram. Existem muitas páginas, inclusive o meu próprio blog, em que suas visitas são alimentadas basicamente por buscas do Google.

“Tá, mas como podemos evitar o monopólio do Google e do Facebook?”

Aí é f*da. Fica complicado porque não basta simplesmente parar de usar o Google e o Facebook. Lembra que o Instagram e o Whatsapp também são do Facebook? E lembra que empresas que não aceitam ser compradas ou participar desse monopólio tem o tapete puxadíssimo, como foi o caso do Snapchat (que foi brutalmente copiado na cara larga e ninguém deu um piu)? Essas empresas têm laços muito estreitos com o governo, então além de questões como repasse de informações (lembrei do episódio de Black Mirror da webcam hahaha), as autoridades acabam fazendo vista grossa para os erros que eles vão cometendo no caminho.

Infelizmente criou-se um estado em que somos reféns dessas empresas e elas também podem nos mostrar o que elas quiserem. Elas sabem tudo de nós, mais que nós mesmos às vezes: endereço, coisas que mais gostamos, nome completo, dados de documentos, telefone, etc. Você não lembra o que postou no dia 30 de agosto de 2011, né? Mas pode apostar que isso está no banco do Facebook.

O André mostrou algumas alternativas à internet convencional e totalitária, como SSB, DAT e CJDNS. Também reforçou que não ter redes sociais não é o fim do mundo: ele não as possui, e vive bem com isso. Já eu esqueci esses dias meu telefone em casa e quase surtei. E provavelmente não sou só eu que surto. Para percebermos como essa situação não é a das mais saudáveis.

Nossa gente, me empolguei. Sou muito militante sim UHAUHHAUHUAHUAUHAUH

Aí teve uma palestra que eu tava esperando MUUUUUUUUITO e no final eu fiquei tipo: “eu não entendi um pouco direito”.

A Carolina Pascale Campos falou sobre microsserviços usando Node.JS e RabbitMQ. Ela falou sobre todos os pontos altos de se utilizar essas tecnologias mais complexas de implementação mas que no final são muito eficientes. Só que aí no final ela disse que não foi implementado na empresa que ela trabalha, pois se percebeu que não era a melhor forma de trabalhar com aquelas propostas no caso deles. Aí eu fiquei: ué?

Eu dou uma palestra sobre como chocolate branco é o mais gostoso do mundo e no fim digo que na real o preto é o meu favorito.

Eu só dei uma bugada, mas não vou negar que a explicação dela foi muito boa e deu uma esclarecidinha em conceitos dessas ferramentas que eu não fazia a menor ideia do porquê existiam. Inclusive ela me elucidou muito RabbitMQ, que quando eu li sobre fiquei: tá, é mensageiro, mas do que? E ela conseguiu explicar toda a questão de requisições de servidor, que essas requisições ficam em fila e o mensageiro trabalha em cima delas pra não perder nada… muito legal!

Jogando bem a real: o primeiro dia não estava o bicho pra mim, pelo menos. Tinham algumas outras palestras muito boas, mas aí o International Raryson pegou pra falar porque eram palestras gringas.

GENTE APENAS UM MOMENTO de atenção pra falar do melhor navegador do universoooooooooooo PISA MENOS FIREFOX (e pisa no console de vocês e façam outro por favor porque é horrível debugar Javascript no navegador de vocês). O panda vermelho mais lindo do mundo estava lá no evento e eu abracei muito SIM!

Tá, agora vamos pro segundo dia porque esse foi monstrão.

GENTEEEEE Teve um momento de total lacração no BrazilJS. A rainha Evelyn Mendes fez toooodas (todas mesmo) mulheres participantes do evento a subirem no palco. Subiu programadora, mina de redes, as minas que organizavam o coffee, as minas que mantinham tudo lindão e limpo, enfim, todas as MULHERES maravilhosas que fazem a roda girar e tornam nosso dia melhor. E eu bem louca fiquei muuuuito na frente (socorro) e depois só veio um pessoal: nossa, você era a mais animada dali.

Homens: não somos suas inimigas. Somos suas aliadas.

A não ser que cês falem besteira. Aí muda um pouco.

Depois desse momento lindo a Evelyn falou sobre Firebase e como é muito mágico mexer com ele. Ele trabalha com o princípio KISS da programação, que é de tornar o código o mais simples possível. Ele utiliza Node.JS e outras tecnologias mas funciona como se fosse drag and drop: você não mexe no código, trabalha em cima de algo como uma lousa branca e moldando o site. Além disso, as atualizações são Real Time, então se você muda um avatar ou texto não precisa dar F5 pra mudar o que você mexeu.

Mais tarde tivemos uma palestra da fofa da Fernanda Bernardo (acabei de me ligar que errei o nome dela na entrevista MEU DEUS) sobre ECMASCRIPT7. Ela fez uma linha do tempo do surgimento do Javascript e foi comentando quais foram as melhorias de cada versão até chegar no ECMASCRIPT7. Também adiantou o que vai ter de diferente no 8.

Ah, eu quase esqueci. Houve um “CLASH OF MONSTERS” no BrazilJS. Estava novamente o panda vermelho mais lindo do MUNDO no BrazilJS. Só que aí tínhamos um bônus. O mascote da Umbler UHAUHHAUHAUUHAUHAUH (eu tô rindo mas é de preocupação mesmo).

O encontro da vida: Umblerito e #Firefox no #BrazilJS2017 🐨❤#MozillaNoBrazilJS

Uma publicação compartilhada por Umbler (@instaumbler) em

A coitada da raposa foi importunada boa parte do evento pelo coala. Alguém segura esse bicho pelo amor de DEUS

AÍ FIM DO DIA O NEGÓCIO FICOU >MUITO LOUCO<

Rolou um negócio muito épico: o Andre Alves Garzia montou uma máquina de fazer drinks com JS. Eu infelizmente não consegui tomar os drinks porque ele devia estar com um certo preconceito com o lado que eu tava sentada, mas eram 4 drinks e para fazer a máquina precisou apenas de 150 linhas de código e uns 100 reais. O que eu mais gostei na palestra dele foi que conceitos tão bonitinhos e politicamente corretos de boas práticas de programação foram enfiados no lixo: o código estava todo maluco. Mas o que importa? Todo mundo tava bebendo, né? HAHAHAHAHAHA

Depois disso, rolou um sorteio absurdo de uma camiseta no palco. O Ed Sheeran brasileiro Erick Krominski já tava meio pra lá de Bagdá com os drinks de JS (tá, nem é pra tanto) e aconteciam umas competições que para ganhar camiseta a pessoa tinha que falar uma frase muito f*da com três palavras.

ÓBVIO que ninguém obedecia isso.

Uma mina chegou e falou “programação pra mim é um caso de amor e ódio”.

???????????????????????????????????? WHAT THE

Teve um outro caso que um cara falou “show me the code”. Teve um lag mas depois a galera viu que eram 4 palavras.

Mas o ápice disso foi um guri “top”. Primeiro que ele disse que tinha 17 anos e que 17 – 3 era 4 (????). Depois da apresentação, soltou a frase pra ganhar: só faltou testar. Só que o cara que competia com ele falou alguma coisa muito melhor. E no final, o guri meteu: é, essa minha frase até que tava boa. Só faltou testar.

MEU DEUS O BRAZILJS FOI ABAIXO

E aí o Erick teve uma ideia genial de, tá, dar a camiseta pro guri que ganhou e pro cara do “só faltou testar” dar um drink de JS.

Mas ele tinha 17 anos.

Ele foi embora de mãos abanando.

É aquela coisa né: o mundo é injusto.

Pra fechar com chave de ooooouro esse eventão, teve o Guilherme falando sobre a carreira dele e sobre Javascript de uma forma mais leve e engraçada. Mas a melhor parte do evento foi ele gritando: EU ODEIO JAVA.

Aí rolou um coro de EU ODEIO JAVA e alguns poucos perdidos na plateia  resmungando. Eu acho… pouco.

Bom, o que dizer? Só sentir desse evento maravilhoso!!! E que venham muitos outros assim!!! Fuieeeee!!!!!