All for Joomla All for Webmasters
Buscando tag

eventos

Tecnologia

#8 MeetUp de Node.js em Porto Alegre

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA MELHOR FOTO! VALEU HENRIQUE!!!

OLÁAAAAA PESSOARRRRRRRRRRR! Tudo bem? Hoje vou falar um pouquinho do evento de Node.js que rolou ontem (10/10) na sede da e-Core aqui em Porto Alegre! E, de fato, o evento foi 10/10!!!

Pra quem não sabe, a comunidade de Node.js se reúne pra abordar um pouco dos temas dessa tecnologia mensalmente. A Umbler tá sempre por lá, apoiando os eventos e fomentando o aprendizado do pessoal!

Só que dessa vez o negócio ia ser diferente pra mim: eu não ia ficar só na plateia. Eu também ia palestrar! GENTE, QUE NERVOSO! Hahahahahaha O convite foi carinhosamente feito pelo Henrique Schreiner, o organizador do evento. Era uma imensa responsabilidade, já que estamos falando de uma grande comunidade sempre muito ativa nos meetups, além do fato de que eu seria a primeira mulher/menina/garota/socorro a palestrar lá! NOSSA!

Depois da ajuda do grande e incrível time de devs, infra e de comunidade da Umbler, que me deram vários feedbacks sobre minha palestra e auxiliaram a deixar o negócio 100%, fui até o meetup encarar o desafio!

E foi a melhor coisa possível!!! A minha primeira palestra pública foi um “suuuuuuuuucesso”! O pessoal parecia bem atento e, apesar de na hora de abrir perguntas não terem me perguntado nada (o que me deu um medinho rsrs), depois largaram a vergonha e começaram a fazer várias perguntas! Tanto sobre a empresa que trabalho quanto sobre o tema!

Mas tá Camilla, que que cê falou?

Eu foquei em como a Umbler resolveu alguns de seus problemas internos e externos utilizando Node. Todo mundo aqui ama Node e sempre quis cases pra testar essa tecnologia. Algumas oportunidades surgiram e TCHARÃAAAAA, nós aproveitamos!

Você pode ver a palestra aqui, no canal do meetup!

O primeiro case bem sucedido que utiliza Node foi o Goodbye.Host! Nós, daqui do suporte, sempre tínhamos problemas de migração de dados de clientes. Tanto de sites, quanto databases, emails… era muito caótico! Imagina ter que fazer migrações de clientes enormes manualmente? As coisas foram ficando cada vez mais difíceis a medida que a empresa ia crescendo. Então, precisávamos tomar uma atitude para que as migrações fossem seguras e escaláveis.

Então surgiu o Goodbye.Host. Não da forma como conhecemos hoje, vide o link que disponibilizo aqui. Mas era um script em Perl em que os dados do cara eram inputados e rodados no servidor. Não era escalável, pois tinha que ser um script rodando por vez. E ainda não era seguro, pois tínhamos acesso às informações dos clientes. Porém, já era algo, né?

Depois de muito pensar, resolvemos que o Goodbye poderia ser nosso teste para tecnologias que estavam (e estão) sendo muito faladas, como Docker e Node.js. O Goodbye surgiu da necessidade e vontade de transformar a migração em algo seguro, escalável e que o próprio cliente pudesse fazer se ele quisesse. Os dados inputados pelo cliente morrem no contêiner Docker: não sabemos quem migrou e o que foi migrado. Nunca. Olha que incrível!

MASSSS NÃO É SÓ ISSO! A Umbler também utiliza Node.js para ferramentas internas de verificação de DNS e ciclo de vida de clientes, para ofertar créditos promocionais dentro do nosso dashboard a medida que o cara vai utilizando corretamente nossas features. Além disso, HOSPEDAMOS NODE.JS! E você pode ver mais sobre isso aqui, parça!

Falando sobre as outras palestras (pretendo me aprofundar melhor sobre a minha em algum outro momento aqui no blog), o Waldemar Neto falou sobre o Ecmascript 8.5! Ele nos deu um comparativo bacana sobre versões anteriores e as novas funcionalidades do Ecmascript em sua mais recente versão. Gente, o Waldemar é um cara muito engraçado! Soube fazer uma apresentação bem dinâmica e, apesar de ser um tema extremamente técnico, não ficou cansativo. Esse pessoal de Node arrasa :D

Por fim, tivemos o Henrique, organizador dos meetups, que falou um pouco sobre Getters e Setters no Javascript. O que achei mais legal é que não rolou slide. Simplesmente um Visual Studio Code (parecia ser um, hahahaha) e ele demonstrou exemplos de como utilizar essa funcionalidade do Javascript. Ele falou um pouquinho também sobre “syntax sugar”. Cê tá meio perdido? Cê pode ver mais sobre isso aqui.

Gente, eu amo os eventos de Node e espero poder contribuir cada vez mais pra comunidade. Antes de dar meu adeus, quero dizer que tá rolando votação pra escolher as palestras que completarão a grade do DevDay.RS que rolará dia 18/11 aqui em Porto Alegre E MINHA PALESTRA TÁ NA RETAAAAAAA YASSSSSSS Pra votar, cliquem aqui e deem uma nota massa na palestra de TORNANDO SEUS FREELAS MAIS PRODUTIVOS! Tá? Tá!

Valeu pessoal!!!

Tecnologia

TcheLinux de Gravataí

se vc nao eh top não destop os toppers

Aeeeeeeeeehow! Galera, rolou um evento muito massa em Gravataí esse sábado que foi o TchêLinux! É um evento já com uma história incrível dentro da comunidade, onde o intuito são diversas palestras gratuitas com um acúmulo tremendo de conhecimento. Ainda de quebra o pessoal doa alimentos pra quem precisa!

Sobre o TcheLinux, seguem alguns dados:

Desde Outubro de 2006 o Tchelinux realizou 76 eventos em 20 cidades com o auxílio de milhares de voluntários, que ajudaram na organização e apresentando 1127 palestras foram assistidas por 9176 pessoas que doaram 15223 kg de alimentos para 34 instituições de caridade.

Olha então a grandeza desse evento! E adivinha quem tava lá? Simmmm, a Umbler! E eu obviamente como rato de evento vou falar um pouquinho das palestras que eu mais gostei.

(eu escrevendo os posts)

A primeira palestra que eu vi depois do credenciamento foi a do Fernando, sobre desenvolver um buscador com PHP e ElasticSearch. O Elastic lembra pra mim bastante o Mongo, pois é orientado a documentos. Ele é como um banco de dados, mas não como os relacionais, em que temos tabelas, colunas, linhas, etc. O Elastic tem uma estrutura assim:

  • Index (como se fossem os bancos)
  • Type (como se fossem as tabelas)
  • Documents (como se fossem as linhas)
  • Field (colunas…)
  • Mapping (esquemas…)

Além de ter mostrado como funciona, ele falou um pouco dos grandes cases de sucesso do Elastic: Netflix, Facebook, Globo.com, etc… A maioria usa para indexar as buscas de forma mais rápida. O Elastic, por apresentar dados como um JSON, acaba se tornando muito mais prático para guardar dados não-padronizados e retorná-los.

  

Bom, a palestra foi muito massa! Eu já tinha conhecido o Fernando no PHPTestFest, que eu falei em outro post e sem dúvida ele é um cara muito competente e conseguiu em uma hora transparecer as facilidades do Elastic. Ele também mostrou um pouco do TCC dele, o uPlanAcademy, em que podemos fazer comparativos de graduações baseando-se no banco de dados do MEC. Ele usou Elastic, PHP e mais algumas outras tecnologias.

Depois teve a palestra do Luiz Duarte, da Umbleeeeer! YAAAAAASSSSSS

Todo mundo sempre me falou que o Luiz era genial. Só não sabia que era tanto. O cara tem uma didática incrível e conseguiu finalmente me fazer entender os conceitos básicos do Node e do Mongo. Teria sido mais feliz se eu tivesse achado os tutoriais dele antes quando começaram a me pedir pra estudar estas duas tecnologias.

Bom, como vocês podem ver, o foco da palestra foi Mongo e Node.JS. O Luiz aproveitou para dar aquela divulgada na Umbler e na nossa hospedagem de Node. A gente também tem suporte pra Mongo :)

Toda a parte de instalação e implementação que ele falou na palestra também está disponível no blog dele, o LuizTools! Você pode dar uma olhada aqui ou no SlideShare abaixo:

Depois rolou obviamente aquele almocinho parceria e na volta teve o GRANDE

GLORIOSO

MAJESTOSO

Matofino falando sobre a carreira dele. O mais massa da palestra do Matofino foi que só colou a galera topper do TcheLinux sêniorzão dos códigos. Foi muito bacana porque outras pessoas começaram a compartilhar todos os percalços da carreira até alcançar o sucesso profissional.

O Mato falou resumidamente de todos os erros que ele cometeu e os perrengues que passou, além do que ele aprendeu com isso: ter paciência e muita persistência pra ser um desenvolvedor ou profissional de TI #top. Além disso ele também comentou do bullying que sofreu na faculdade por ter uma profissão mais humilde até se tornar o grande cara dos contêineres que ele é hoje :D

Isso me lembrou de várias coisas que todos nós passamos no caminho das pedras rumo ao sucesso na carreira: a gente houve várias besteiras, tem vários problemas, tem que cuidar pra não mesclar o pessoal com o profissional (mas afinal, ainda somos humanos, não?) e sempre tem alguém nos desmotivando. Mas aí, a gente faz um bolinho com os problemas e se torna uma pessoa que ama o que faz e que dá muito duro!

Depois da palestra do Mato, teve a do Bicca, que também é da Umbler (cuidado com o monopólio hahahaha) que deu uma introdução bacana sobre Kubernetes. Mas afinal, o que é Kubernetes? O próprio blog do Bicca com o Mato, Mundo Docker, explica:

Kubernetes é um sistema de código aberto que foi desenvolvido pelo Google para gerenciamento de aplicativos em containers através de múltiplos hosts de um cluster. Tem como principal objetivo facilitar a implantação de aplicativos baseados em microservices. Ele foi baseado na experiência do Google de muitos anos trabalho com containers, adaptando o para se trabalhar com Docker.

Depois disso infelizmente não consegui acompanhar mais o evento, mas fica a dica pessoal: TcheLinux é muito massa e agora vai passar por Bento, Erechim e depois Caxias (que se tudo der certo vou palestrar <3).

É isso aí galera!!!! Até mais :P

Tecnologia

BrazilJS 2017 em Porto Alegre

E a parte do Raryson topper está aqui!!!

AI OLHA EU ALI MT FELIZ SIM

Eaeeeee galera do mal! Demoramos mas estamos na área. Confesso que eu tava um pouco preguiçosa pra escrever o post sobre BrazilJS porque foi TANTO conteúdo, tanta coisa bacana, que eu poderia escrever toda a saga de Game of Thrones com a quantidade de coisas que rolaram no evento. O post vai ser um post colaborativo: eu, com o auxílio do Raryson (mais conhecido como Raryshow™), vamos falar um pouco das palestras, cada um selecionando as que gostou mais (ou as que o Fulano escolheu primeiro sendo que o Ciclano também queria falar, hahahah)

A palestra que abriu o BrazilJS, apesar de ter sido em meio ao caos da abertura do evento (um tempãaaao na fila, atrasos, enfim, coisas que brasileiro tá acostumado e que não fazem o bagulho perder a graça de qualquer forma), foi genial. O André Staltz falou sobre o fim da internet.

“Tá, mas como um evento de Javascript me fala sobre o fim da internet? Autosabotagem?”

Não necessariamente. O André Staltz focou bastante em como as empresas como Facebook e o Google estão simplesmente monopolizando o mercado, e que a ideia é que sites de outras categorias e empresas vão sumindo aos poucos. Exemplo: com cada vez mais facilidades que o Facebook oferece para construção de páginas de lojas e comércios, vão ter cada vez menos pessoas contratando de fato um programador para construir uma landing page ou seja lá o que for pra ele. Outras redes sociais vão ficando inutilizadas e até mesmo no Google vem se reparando que ele agora te dá as respostas do que você procura pra quase tudo, não mais apenas páginas que mostram isso.

Por exemplo, se eu busco a tabela do campeonato brasileiro, o Google já me mostra a tabela. Eu não preciso entrar no GloboEsporte ou no Lance! pra isso.

time mais top sim

A ideia é que o Google expanda cada vez mais isso: outro motivo que vai fazer com que as páginas morram. Existem muitas páginas, inclusive o meu próprio blog, em que suas visitas são alimentadas basicamente por buscas do Google.

“Tá, mas como podemos evitar o monopólio do Google e do Facebook?”

Aí é f*da. Fica complicado porque não basta simplesmente parar de usar o Google e o Facebook. Lembra que o Instagram e o Whatsapp também são do Facebook? E lembra que empresas que não aceitam ser compradas ou participar desse monopólio tem o tapete puxadíssimo, como foi o caso do Snapchat (que foi brutalmente copiado na cara larga e ninguém deu um piu)? Essas empresas têm laços muito estreitos com o governo, então além de questões como repasse de informações (lembrei do episódio de Black Mirror da webcam hahaha), as autoridades acabam fazendo vista grossa para os erros que eles vão cometendo no caminho.

Infelizmente criou-se um estado em que somos reféns dessas empresas e elas também podem nos mostrar o que elas quiserem. Elas sabem tudo de nós, mais que nós mesmos às vezes: endereço, coisas que mais gostamos, nome completo, dados de documentos, telefone, etc. Você não lembra o que postou no dia 30 de agosto de 2011, né? Mas pode apostar que isso está no banco do Facebook.

O André mostrou algumas alternativas à internet convencional e totalitária, como SSB, DAT e CJDNS. Também reforçou que não ter redes sociais não é o fim do mundo: ele não as possui, e vive bem com isso. Já eu esqueci esses dias meu telefone em casa e quase surtei. E provavelmente não sou só eu que surto. Para percebermos como essa situação não é a das mais saudáveis.

Nossa gente, me empolguei. Sou muito militante sim UHAUHHAUHUAHUAUHAUH

Aí teve uma palestra que eu tava esperando MUUUUUUUUITO e no final eu fiquei tipo: “eu não entendi um pouco direito”.

A Carolina Pascale Campos falou sobre microsserviços usando Node.JS e RabbitMQ. Ela falou sobre todos os pontos altos de se utilizar essas tecnologias mais complexas de implementação mas que no final são muito eficientes. Só que aí no final ela disse que não foi implementado na empresa que ela trabalha, pois se percebeu que não era a melhor forma de trabalhar com aquelas propostas no caso deles. Aí eu fiquei: ué?

Eu dou uma palestra sobre como chocolate branco é o mais gostoso do mundo e no fim digo que na real o preto é o meu favorito.

Eu só dei uma bugada, mas não vou negar que a explicação dela foi muito boa e deu uma esclarecidinha em conceitos dessas ferramentas que eu não fazia a menor ideia do porquê existiam. Inclusive ela me elucidou muito RabbitMQ, que quando eu li sobre fiquei: tá, é mensageiro, mas do que? E ela conseguiu explicar toda a questão de requisições de servidor, que essas requisições ficam em fila e o mensageiro trabalha em cima delas pra não perder nada… muito legal!

Jogando bem a real: o primeiro dia não estava o bicho pra mim, pelo menos. Tinham algumas outras palestras muito boas, mas aí o International Raryson pegou pra falar porque eram palestras gringas.

GENTE APENAS UM MOMENTO de atenção pra falar do melhor navegador do universoooooooooooo PISA MENOS FIREFOX (e pisa no console de vocês e façam outro por favor porque é horrível debugar Javascript no navegador de vocês). O panda vermelho mais lindo do mundo estava lá no evento e eu abracei muito SIM!

Tá, agora vamos pro segundo dia porque esse foi monstrão.

GENTEEEEE Teve um momento de total lacração no BrazilJS. A rainha Evelyn Mendes fez toooodas (todas mesmo) mulheres participantes do evento a subirem no palco. Subiu programadora, mina de redes, as minas que organizavam o coffee, as minas que mantinham tudo lindão e limpo, enfim, todas as MULHERES maravilhosas que fazem a roda girar e tornam nosso dia melhor. E eu bem louca fiquei muuuuito na frente (socorro) e depois só veio um pessoal: nossa, você era a mais animada dali.

Homens: não somos suas inimigas. Somos suas aliadas.

A não ser que cês falem besteira. Aí muda um pouco.

Depois desse momento lindo a Evelyn falou sobre Firebase e como é muito mágico mexer com ele. Ele trabalha com o princípio KISS da programação, que é de tornar o código o mais simples possível. Ele utiliza Node.JS e outras tecnologias mas funciona como se fosse drag and drop: você não mexe no código, trabalha em cima de algo como uma lousa branca e moldando o site. Além disso, as atualizações são Real Time, então se você muda um avatar ou texto não precisa dar F5 pra mudar o que você mexeu.

Mais tarde tivemos uma palestra da fofa da Fernanda Bernardo (acabei de me ligar que errei o nome dela na entrevista MEU DEUS) sobre ECMASCRIPT7. Ela fez uma linha do tempo do surgimento do Javascript e foi comentando quais foram as melhorias de cada versão até chegar no ECMASCRIPT7. Também adiantou o que vai ter de diferente no 8.

Ah, eu quase esqueci. Houve um “CLASH OF MONSTERS” no BrazilJS. Estava novamente o panda vermelho mais lindo do MUNDO no BrazilJS. Só que aí tínhamos um bônus. O mascote da Umbler UHAUHHAUHAUUHAUHAUH (eu tô rindo mas é de preocupação mesmo).

O encontro da vida: Umblerito e #Firefox no #BrazilJS2017 🐨❤#MozillaNoBrazilJS

Uma publicação compartilhada por Umbler (@instaumbler) em

A coitada da raposa foi importunada boa parte do evento pelo coala. Alguém segura esse bicho pelo amor de DEUS

AÍ FIM DO DIA O NEGÓCIO FICOU >MUITO LOUCO<

Rolou um negócio muito épico: o Andre Alves Garzia montou uma máquina de fazer drinks com JS. Eu infelizmente não consegui tomar os drinks porque ele devia estar com um certo preconceito com o lado que eu tava sentada, mas eram 4 drinks e para fazer a máquina precisou apenas de 150 linhas de código e uns 100 reais. O que eu mais gostei na palestra dele foi que conceitos tão bonitinhos e politicamente corretos de boas práticas de programação foram enfiados no lixo: o código estava todo maluco. Mas o que importa? Todo mundo tava bebendo, né? HAHAHAHAHAHA

Depois disso, rolou um sorteio absurdo de uma camiseta no palco. O Ed Sheeran brasileiro Erick Krominski já tava meio pra lá de Bagdá com os drinks de JS (tá, nem é pra tanto) e aconteciam umas competições que para ganhar camiseta a pessoa tinha que falar uma frase muito f*da com três palavras.

ÓBVIO que ninguém obedecia isso.

Uma mina chegou e falou “programação pra mim é um caso de amor e ódio”.

???????????????????????????????????? WHAT THE

Teve um outro caso que um cara falou “show me the code”. Teve um lag mas depois a galera viu que eram 4 palavras.

Mas o ápice disso foi um guri “top”. Primeiro que ele disse que tinha 17 anos e que 17 – 3 era 4 (????). Depois da apresentação, soltou a frase pra ganhar: só faltou testar. Só que o cara que competia com ele falou alguma coisa muito melhor. E no final, o guri meteu: é, essa minha frase até que tava boa. Só faltou testar.

MEU DEUS O BRAZILJS FOI ABAIXO

E aí o Erick teve uma ideia genial de, tá, dar a camiseta pro guri que ganhou e pro cara do “só faltou testar” dar um drink de JS.

Mas ele tinha 17 anos.

Ele foi embora de mãos abanando.

É aquela coisa né: o mundo é injusto.

Pra fechar com chave de ooooouro esse eventão, teve o Guilherme falando sobre a carreira dele e sobre Javascript de uma forma mais leve e engraçada. Mas a melhor parte do evento foi ele gritando: EU ODEIO JAVA.

Aí rolou um coro de EU ODEIO JAVA e alguns poucos perdidos na plateia  resmungando. Eu acho… pouco.

Bom, o que dizer? Só sentir desse evento maravilhoso!!! E que venham muitos outros assim!!! Fuieeeee!!!!!