
♥ Iframe
♥ Menu Inverse
♥ Recuperando arquivos deletados
♥ Removendo Lixeira da área de trabalho
♥ VÍDEO-AULA: Imagem em 3D
Finalmente estou de volta com mais uma resenha, de um dos meus livros prediletos: A Seleção. Uma trilogia que envolve amor, mistério, um pouco de comédia, muita intriga e uma identificação terrível com o eu lírico. Um livro que me fez rir, chorar, ficar vidrada no monitor para saber cada detalhe e que me fez dar vontade de dar um tapa na cara de alguns personagens, inclusive a personagem principal, a linda ruivinha America Singer!
Sinopse: Para trinta e cinco garotas, a “Seleção” é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China, e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças entre dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha. Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.
O livro me chamou a atenção de tal forma que era impossível não ler. Poucos livros fazem isso comigo, o último que fez isso comigo foi Lonely Hearts Club (resenha aqui) há mais de um ano, que também tem uma resenha aqui no blog. Primeiro por essa capa maravilhosa e uma diagramação linda! E segundo porque a história é diferente de tudo o que eu já tinha visto.
Eu me identifiquei muito com a America. America é uma garota linda, ruiva, talentosa, apaixonada por música e que é de uma casta de classe média, enquanto seu amor, Aspen Leger (que estou apaixonada ♥) é mais pobre do que ela, e pelo puro preconceito (tema também abordado no livro), ambos não podem ficar juntos por serem de castas diferentes. Aspen é lindo, e America não se importa com castas, apenas com o seu amor por ele. Ela faria qualquer coisa por ele… e eu sou muito assim. Eu faço qualquer coisa pelo garoto que eu amo. E sem reclamações ou querendo algo em troca. Por puro amor. Ela sai escondido para uma casa da árvore no meio da noite e guarda a sobra de comida só para ele comer. São pequenos detalhes que mostram para a pessoa o quanto ela é especial para você, e eu sou assim também.

Acontece que ela recebeu uma carta para participar de uma seleção para a escolha da nova futura rainha, com quem o babaca príncipe Maxon irá se casar. Ela não quer ir, acha tudo ridículo eu também, só que a mãe insiste e Aspen também, porque Aspen burro não quer que ela deixe de ter uma boa oportunidade por causa dele. Só que, um belo dia, do nada, Aspen tem uma crise de bipolaridade 100% v1d4l0ka e termina com a America. Do nada. E eu quase dei um murro nele por isso. E é desse término, que surge a frase mais linda que eu já li num livro:
“Ele me abraçou forte e me beijou — me beijou de verdade — pela
última vez antes de desaparecer na noite. E porque esse país é do jeito que é, por causa de todas as regras que nos faziam viver escondidos, nem pude gritar seu nome. Não pude dizer mais uma vez que o amava.”
Eu só sabia olhar para isso e chorar. É incrível como os livros tem a capacidade de adentrar em você de uma forma como se aquilo tudo fosse tão real. Além disso, esse trecho me lembrou uma música maravilhosa da Lana, chamada Summertime Sadness, em que a letra diz: Kiss me hard before you go. Algo como: me beije forte antes de ir. Aliás, esse livro é cheio de coisas que são tão Lana Del Rey… chega a ser bem interessante.
Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

Após isso, America tem que lidar com a pressão da Seleção, com a pressão da família e também com o término doloroso do seu grande amor e por um motivo tão fútil.
“Mas ninguém ama uma pessoa por dois anos e a esquece do dia para a noite.”
Então, America é escolhida para ser uma das 35 garotas. Ela chega no Palácio Real e já deixa bem claro para o príncipe: Eu estou aqui por pressão, não quero nada com você.
Só que, aí, ela começa a ficar balançada com o príncipe, carente pelo Aspen e tal, e ela acaba ficando dividida. E agora? Ela dá uma chance para Aspen (que começou a trabalhar no palácio) se redimir ou dá uma chance para uma vida nova e de muita riqueza (e perigos) ao lado de um verdadeiro gentlemen real?
opinião
Bem, como perceptível, não simpatizo nem um pouco com o príncipe. E se ao longo da trilogia ela ficar com Maxon no final, vou achar tudo super clichê. Por que a princesa sempre fica com o príncipe no final? Que tédio! Não existem príncipes na vida real! As autoras subestimam a gente criando esses personagens que são perfeitos demais e isso irrita
Existem caras normais, caras reais… e Aspen é assim! Um cara real, que comete erros e tem o direito de uma segunda chance. Todas as menininhas ficam “aaaaawwwwww Maxon” e eu lá: “LEGER ♥♥♥♥♥” Às vezes me sinto mal por ser tão do contra com o mundo, hahahah!
“Nada disso importava, desde que eu tivesse Aspen.”
Ah, e por favor: deem um murro na Celeste. Mas aqueles murros que quebram nariz e esfacelam dentes igual uma carne moída, por favor
Mas o livro é simplesmente maravilhoso! Mil estrelas, eu adorei ♥♥♥♥♥

ENSINAMENTOS
O livro traz muitas coisas como ensinamento. O fato de que se algo de ruim acontecer, vamos ter que saber lidar com isso e superar isso. Temos que ser fortes diante às provações que a vida nos impõe. Além disso, há males que vem para o bem. Devemos dar uma segunda chance para as pessoas e pararmos de achar que a primeira impressão é a que fica. America achava Maxon um porre (eu acho até hoje) mas depois percebeu como ele é um cara legal! Além disso, mostra como nunca conseguimos ficar sozinhos: a gente sempre tem que ter uma amiga, uma companheira de estrada. Outra cisa interessante: o preconceito. Mostra como pessoas de castas inferiores nem por isso deixam de ser simpáticas, atenciosas, e acima de tudo: humanas. Não importa seu dinheiro, e sim seu caráter.
Bom, e termino esse post com outra música da Lana, que combina muito com o livro:
Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.
Porque nós garotas parecemos o paraíso e colocamos sempre o amor em primeiro.
“Ouvi minha mãe dizer que o primeiro amor permanece para sempre.”
COMENTE NESTA POSTAGEM AGORA
Beatriz
Thalita
Nah Sodré
Beatriz Andrade
Karina †
Dani Ramona
Camila
Suzi
Ângela Graziela
Nath
Pérola
Isadora
Carolina
Vicm
Luis
Maíra
millena
Lola Mantovani
Carolina Dantas
Liz
Nicolas
Alba
Newsdayoff
Grazi.C
Gisele
Luly
Luana
Adriana Leandro
@ferdallan
Blog Fashion Jacket
Tania Soares
Amanda
Camila Faria
Ana Carolina
Sté
Thami
Ana Carolina
Dayane Nascimento
Paloma Viricio
Juhh Rabelo
Juli Jolie
Ana Beatriz
Thais Terra
Thayse
Lari.
Lucianna
Gabriela Gomes
Vinícius
Poly
Lucas Maia
Laura_Bianca
Nique
J. A. Santos
Milena
Cih
Luiz Gonçalves
Giovanna
froide
Carol Bonetti
Heloiza Maria
MahPessoa
Mari Ribeiro
Dinha Vieira
Jessica
Liz Albuquerque
Kao
Nina
Marina
Ariane
Angel Poubel
Lari
Larissa
Dud's
Lari
Carolina Oliveira
Lisiane Oestraich
Francelle Morgan
Mellanye
# Mille -q
Stela
Caio
Mary

