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Eventos Tecnologia

Front In Poa 2017

eu compenetradíssima na miga huahuahuahuahuhua

Depois de tanto tempo resolvi dar o ar da graça no blog, hahahaha O pior de tudo é que já estamos em 2018! Não tenho vergonha nessa cara, mesmo!

Mas o evento foi tão bom que dá pra falar dele depois sim. Estamos falando do Front In Poa, um evento organizado pela Nasc, os mesmos organizadores da BrazilJS – o maior evento sobre Javascript do mundo. Quem bola todo esse plano genial são três caras: o Jaydson Gomes, o Felipe Moura e o Gabriel Novaes.

Conheci o Gabriel no Tchelinux Poa e, o que mais me admira nessas pessoas, é que quanto maiores os planos, maior a humildade. Super acessível, começamos a conversar e descobri que ele trabalhava na Nasc. Daqui a pouco, surge a Débora Duarte no meio do papo, uma amigona minha de mundo women in tech ♥ e o papo deslanchou. De repente, foi comentada sobre a vaga em um horário x na grade e que eles estavam procurando pessoas com urgência, afinal, o evento era uma semana depois do Tchelinux. E poxa, tinham duas palestrantes na frente dele! Hahahahah Que tal bolarmos algo juntas? E dessa conversa descontraída, surgiu a nossa ideia (minha e da @deboracardu) de fazermos uma apresentação juntinhas no Front In Poa.

YAAAAAAAS! E aí, como é que foi? Bom, aí é que a gente ficou pensando igual umas lontras o que a gente ia falar, e não conseguíamos pensar em nada (hehe). Depois de muito custo, pensamos em falar sobre algo que não conhecíamos, para nos forçar a aprender. Então, resolvemos falar sobre Vue.js (que inclusive conhecemos uma maravilhosa que manja muuuito, que é a Milene Lacerda).

Nossa palestra foi sobre como construir um site em 10 minutos com Vue.js. Ficamos noites e noites conversando, pesquisando, juntando partes de uma e de outra nas apresentações, etc. A gente queria fazer live code, aí live code não ia dar mais… era em cima da palestra e estávamos identando código (valeu Diogo maridão da Debs hahahaha). Foi uma loucura! Naquela época eu nem tinha meu notebook ainda, então eu me debruçava na apresentação após o meu horário de trabalho. Cheguei a sair daqui de Gravataí uma vez às 20h30 e ainda tendo que ir até Porto Alegre (são mais de 30km daqui onde trabalho até minha casa) de ônibus. Pra quem não tem muita noção de distâncias assim, é realmente beeeem longe. É como ir da capital quase que ao interior do estado.

Como foi? Um sucesso! Recebemos muito amor! Conheci através da palestra pessoas maravilhosas e feedbacks muito importantes. Foi muuuuito bacana sentir a vibe de palestrar ao lado de uma mulher. É incrível como nos sentimos mais seguras. Era só eu olhar pra cara da Débora que tava tudo bem. Tudo fluía muito bem!!! A gente tinha uma sintonia ótima pra apresentar (e não ensaiamos uma única vez juntas absolutamente NADA!). Simplesmente colocamos a cara a tapa e fomos!

Pra quem quiser saber exatamente o que falamos, seguem aqui os slides:

http://slides.com/deboraduarte/deck-11#/4

E aqui temos o repositório no github onde fizemos toda a palhaçada.

https://github.com/camilla-m/vuejs-com-a-debs/

Tem também o site ao vivo:

http://palestrasfrontinpoa.tk

Quanto ao restante do evento, nem preciso dizer, né: pessoas maravilhosas, um evento incrível, fizemos um networking incrível, conheci gente nova, vi palestras e trajetórias de vida super bacanas e na finaleira ainda teve um happy hour nota 10 ♥

Obrigada @deboracardu pela colaboração linda com esse post ♥

Eventos Tecnologia

1º NodeGirls de Porto Alegre

Bom diaaaa pessoal! Eu sei que é domingo mas eu já estou no pique, hahahaha Muita coisa pra fazer, pra trabalhar, então a gente tem mais é que aproveitar e se comprometer, né?

Vou falar sobre uma coisa incrível que rolou nessa terça passada (12/12), que foi o NodeGirls! Lembro quando o Henrique Schreiner me convidou para começar uma iniciativa de mulheres, mas que obviamente ele não poderia encabeçar por alguns motivos óbvios (hahahaha). Então, depois do insight que teve lavando louça (!), pensou em me chamar. E claro, eu adoro um desafio, topei na hora!


Fizemos uma reunião e comecei a tocar ficha no projeto. Marcamos uma data e começamos a correr atrás de pessoas e patrocinadores que podiam nos ajudar. A Umbler, como sempre, se disponibilizou totalmente, nos ajudando com brindes, ideias e espaço para divulgação. Sou muito grata à Thoughtworks que patrocina o Meetup do Node.js de POA (de onde o NodeGirls surgiu) e especialmente à Tânia ♥ e a Luiza ♥, que auxiliaram demaaaaaaaaaais com a organização tanto por Whatsapp conversando comigo quanto presencialmente (no caso a Luiza ♥). A TW patrocinou o coffee e nos disponibilizou um espaço incrível com direito ao projetor e vários computadores para a realização do DOJO :)

Pra quem não conhece, DOJO é uma técnica onde as pessoas vão codando de acordo com exercícios ou um fluxo. Às vezes pode ser sozinho, às vezes em par ou até mais pessoas assistindo e te auxiliando no código.

O evento foi organizado na plataforma Meetup com a base do NodePOA e tinham 75 pessoas confirmadas SÓ NO PRIMEIRO EVENTO! Fiquei apavorada hahahaha mas muito feliz. No fim, a gente sabe que nunca vai todo mundo que confirma, então vieram em torno de 25 mulheres. O que eu já achei INCRÍVEEEEEEL! Nossa, na real, de onde surgiu tanta mina? Que massa, cara!

Existiam mulheres maravilhosas naquelas 25: meninas que venceram ou lutam contra o machismo em escolas, faculdades, no trabalho ou na família. Toda mulher tem uma história desse tipo pra contar, né? Colou a linda da Rob, que deu uma palestra muito massa no Roadsec (e já tinha falado dela aqui), a Tatiane que foi uma das coordenadoras da trilha TDC Women aqui no TDC de Porto Alegre (♥), organizadoras do DjangoGirls, participantes do AfroPython (outro evento LINDO e que com certeza irei no próximo pelos tamanhos elogios e as camisetas incríveis hahahha), RH’s de empresas e startups que estão querendo conhecer mais sobre as maravilhas da diversidade na TI, etc… Nossa, se eu pudesse falar um pouco mais dos nomes e das mulheres maravilhosas que conheci naquele dia ou já tinha conhecido em Tchelinux, BrazilJS… eu ficaria um mês INTEIRO escrevendo esse post.


Mas vamos pro foco: comecei falando como foi a iniciativa. Como surgiu, quem patrocina, expliquei questões como Call4Papers (envio de palestras), sugestões e também sobre a diversidade no evento: homem pode ir sim se quiser! Precisam conhecer nossa realidade e nos ajudar nessa. Ninguém quer ser inimigo de ninguém, porque a gente já viu que isso não dá muito certo, né? O importante é todo mundo se unir pra acabar com o machismo dentro da TI e de qualquer lugar, porque ninguém merece ser assediada das mais diferentes formas em qualquer local, né? É aquela coisa, juntos a gente sempre é mais forte!

Depois de apresentar o evento, comecei explicando Node e seus conceitos básicos: o que era, como funcionava, quem criou, no que auxilia, vantagens e mostrei alguns códigos simples, como um hello world e também um chatzinho funcionando em socket.io, que é uma ferramenta muito legal para realtime :)

AÍ VEIO A PARTE MASSA: O DOJO! Eu não curto muito quando o meetup é só palestra 100%, acho importante existirem momentos de interação da plateia, como fishbowls, talks rapidinhas com direito à plateia apresentar projetos, etc. Então eu queria incentivar aquelas meninas a aprender e a codar. E nada melhor que fazer isso botando a mão na massa!


Foi muito lindo porque os pcs eram Mac e eu sinceramente não estava nem um pouco acostumada, e a maioria do pessoal também não. Então errávamos o código às vezes, nos perdíamos nos comandos, mas uma tava sempre ali ajudando a outra, berrando o código certo, esperando a outra terminar… Era exatamente isso que a gente queria. Essa história de rivalidade feminina? Pffff, aqui foi tudo umas pelas outras! Foi show demais!

Utilizamos o curso RealTime Web with Node.js da CodeSchool.

Depois rolou a talk das lindas da Inajara e da Júlia falando sobre testes em Express com Mocha e Chai. E como são chás, elas deram alguns exemplinhos de receitas. Achei muito legal!


Tivemos então o momento mais emocionante da noite: nós desligamos a transmissão, pedimos licença aos homens e, após fazer uma enquete com as gurias, resolvemos fazer um fishbowl exclusivamente feminino. Foi emocionante ouvir os depoimentos e ver que uma ajudou a outra, deu conselho, se abraçou. Foi lindo! Teve choro, teve abraço, teve grito de guerra… Quem diria que no primeiro evento já ia ser essa abertura, esse conforto, esse calor!

Foi uma experiência emocionante e o que eu deixo de lição para qualquer uma aqui é: não sabe? É iniciante? Não tem problema. Se você acha importante ter no seu local de trabalho, na sua cidade ou onde você estuda uma iniciativa com foco em mulheres, FAÇA! A sensação é recompensadora demais no final.

E já tem NodeGirls de novo, hein? Pelo sucesso e “by popular demand”, vai rolar na DBServer de Porto Alegre (que fica no Tecnopuc) um novo NodeGirls! Dia 23 de janeiro, às 19h. Quer saber mais? Corre aqui então no link do Meetup.

Obrigada a todos por essa oportunidade maravilhosa e nos vemos na próxima!

Obrigada também aos organizadores do NodePOA, em especial o Marcelo da Ilegra e o Henrique da E-Core ♥ Pelo incentivo e pela ajuda na organização física do evento.

Tecnologia

Tchelinux de Porto Alegre (09/12)

galerinha da umbler em peeeeso no evento <3

E aí pessoal!

Sei que estou um pouco atrasada, mas a semana tá bem louca. Vou falar um pouco sobre como foi o Tchelinux desse final de semana, que rolou no Senac da Coronel Genuíno :) Foi uma experiência incrível, com muito aprendizado e demonstrações de conteúdo.

Já é meu quarto Tchelinux e o segundo como palestrante. Pensar que o primeiro ambiente que apresentei-me fora da Umbler foi lá! Sem dúvida é uma enorme porta de entrada e num ambiente tão seguro e tranquilo, com certeza faz a gente se preparar pra outras situações tão desafiadoras quanto essa.

Fui primeiramente na trilha de DevOps, com a linda da Daiane (com muito orgulho minha colega de trabalho) palestrando sobre “10 motivos que tu não vivencias o DevOps”, onde ela aproveitou que é TCHÊLinux e fez uma brincadeira com vários bordões gaudérios, explicando algumas coisinhas que atrapalham bastante a melhoria de performance de um time de DevOps. A coisa que ela falou que talvez é a mais “polêmica” foi a questão dos pull-requests e da quantidade de branches necessárias para um projeto. Segundo ela, quanto menos branches melhor, e o pull-request acaba tirando um pouco do conceito de entrega e integração contínuas que são um forte do DevOps. Eu concordo bastante com ela e tenho aprendido muito com essa mulher :) E viva os testes, como ela adora reforçar, hahahaha

Depois, fui numa palestra incrível do Adriano, onde ele mostrou o que curte fazer nas horas vagas: programar jogos. Ele mostrou alguns exemplinhos que fez com algumas ferramentas opensource, como o pygames.

Rolou o almoço e PAN PAN PAN PAAAAAAAN: PALESTREI! Falei sobre tornar nossos freelas mais produtivos. Eu já tinha falado sobre isso no Tchelinux de Caxias (onde falei um pouco mais aqui) e reforcei no de Porto Alegre. Foi lindo! Muita gente deu feedbacks positivos, algumas dicas até pros meus freelas e pros slides e sem dúvida quero trazer novamente a apresentação muito melhor do que antes. No começo fiquei bem nervosa mas depois tudo fluiu muito bem!

Matinho falando de Dockerrrrrrr

Vi posteriormente uma palestra sobre Kubernetes, uma do Matofino sobre Docker Swarm e, pra finalizar, rolou coffebreak com muuuuuita conversa com pessoas novas e bacanas, como o Gabriel da Nasc, que é um dos organizadores do BrazilJS, o maior evento de Javascript DO MUNDO!

eu, dai e matinho ali na frente ♥

Rolou o encerramento e eu adoro encerramento de evento de TI porque é uma várzea. Rimos muito, teve brinde e divulguei a iniciativa NODEGIRLSSSSSSS que rolou ontem (12/12) e foi MARAVILHOSO! Quero falar em breve sobre isso!

Por enquanto foi isso! E sábado tem Front In Poa de manhã cedinho, que vou palestrar com a linda da Débora Duarte! Espero vocês :)